quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Não é 2012 que precisa ser diferente. É você!




Escolha ser feliz em 2012!
                               
Olá. Minha mensagem para 2012 é baseada em algumas experiências vividas nos últimos anos. Sempre ouço algum profissional, inclusive muitos parceiros de profissão, sugerirem esquecer os problemas, e partir para o novo de braços abertos.

Confesso a você que para mim isso não funciona! Não consigo simplesmente “esquecer”... O que aprendi é que para desapegar dos mesmos, é necessário entender, refletir e provocar mudanças profundas e rápidas.

Sou dessas pessoas que prefere encarar as dificuldades de frente e aprender com elas para não repetir os mesmos erros.

Mas lembre-se que o ser humano pensa, sente, age, reage e se posiciona de formas diferenciadas. E não existe certo ou errado neste caso! Cada um escolhe a melhor forma de lidar com estas vivências.

Sendo assim, parafraseando minhas amigas Albertina Chraim e Mylene Linhares, diga NÃO a toda negatividade, a tudo que te atrapalha e busque a felicidade!

Mas também não deixe de agradecer o ano que passou, não deixe de refletir sobre o que fez e o que deixou de fazer. Mude e autorize-se a mudar quantas vezes for necessário, arrependa-se quantas vezes for preciso, pois somente mudando conseguimos sair do lugar que por muitas vezes nos amarram.

Um ótimo 2012 e conte comigo nessa caminhada!


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Saúde baseada em evidências

Saúde baseada em evidências



Na última quarta-feira, (05), foi realizado em São Paulo o Fórum Brasileiro de Medicina , junto com o Fórum de Enfermagem e Expo Enfermagem. O encontro contou com a participação do diretor do Centro Cochrane no Brasil , Álvaro Atallah, que concedeu entrevista ao Saúde Web e abordou questões ligadas à saúde baseada em evidências. Confira a seguir:guir:


Em declaração, você mencionou que um dos desafios da saúde baseada em evidências é que seja praticada pelos profissionais. Por qual razão?
O ser humano é muito mais emocional do que racional e isento. Infelizmente existem profissionais que estão focadas apenas perpetuar hábitos lucrativos. Sendo assim, é necessário que haja uma mudança de comportamento na sociedade, profissionais da academia e gestores de saúde para que esse quadro seja revertido, afinal deve-se zelar pelo tratamento que seja melhor para o paciente. A Presidenta Dilma criou a Lei nº 12401 de 2011, que torna obrigatória que as incorporações de novas tecnologias em saúde tenham provas e evidências de segurança, efetividade e eficiência.


Quais são os benefícios que a saúde baseada em evidência pode trazer para a sociedade e setor?
Os recursos existentes para a saúde são limitados e as demandas são infinitas. Com a saúde baseada em evidências, tem se um ganho de eficiência. Dessa forma, ao invés de desperdiçar com coisas que não funcionam e que são inseguras, pode-se investir no que funciona e é essencial, como melhorar o pré-natal, reduzir infecção hospitalar, melhorar o tratamento e distribuir medicamentos para diabéticos e hipertensos.


 Em termos quantitativos, qual a diferença que a saúde baseada em evidências pode proporcionar?
A medicina de maneira geral tem uma eficiência de 20%, principalmente com doenças crônicas, isso pode ser aumentado par 80%, com a aplicação da saúde baseada em evidências.


Qual recomendação você dá para os profissionais que têm interesse em entrar no ramo de pesquisas baseadas em evidências?
É necessário ler muito e gostar de explorar assuntos, pois algumas pesquisas podem durar de quatro a cinco anos cada uma. É importante valorizar mais a qualidade e relevância do assunto do que a quantidade de artigos publicados.  Além disso, a pesquisa de saúde baseada em evidências deve ser uma prática disciplinar para que o profissional se sinta motivado a realizar esse tipo de estudo.


Autor: Cínthya Dávila 
Fonte: Saúde Web 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

APOIO AS PESSOAS COM ESQUIZOFRENIA


Olá

A pedido de um amigo muito próximo, replico esta semana uma importante informação sobre a doença mental que vem atingindo cada vez mais as pessoas em nossa sociedade. A esquizofrenia é fruto de muitas causas e com vários sintomas que realmente incomodam a todos que convivem com ela.

Os créditos são todos do portal
http://entendendoaesquizofrenia.com.br e recomendo a leitura do mesmo. Só quem conhece alguém ou tem algum parente que já desenvolveu algo do gênero, sabe da dificuldade que é lidar com este problema.


O QUE É
A esquizofrenia foi inicialmente descrita como doença no final do século XIX pelo psiquiatra alemão Emil Kraepelin. Na época, ele chamou-a de Demência Precoce, pois as pessoas acometidas por ela, na sua maioria jovens, exibiam um comportamento regredido e desorganizado, que lembrava os idosos portadores de demência, como a Doença de Alzheimer.

No início do século XX, Eugen Bleuler, psiquiatra suíço, cunhou o termo esquizofrenia (esquizo=cindida; frenia=mente), por achar o termo anterior inadequado. Para ele, a principal característica da doença era a cisão entre pensamento e emoção, dando a impressão de uma personalidade fragmentada e desestruturada. Os pacientes não tinham necessariamente uma evolução deteriorante como na demência e muitos se recuperavam.


TRATAMENTOS

Os antipsicóticos possuem eficácia inquestionável nas fases agudas da esquizofrenia, reduziram drasticamente as internações psiquiátricas e permitiram a convivência dos pacientes na sociedade e junto às suas famílias. Contudo, os sintomas negativos e cognitivos, obstáculos para que muitos possam viver uma vida produtiva e independente, mudaram pouco com os medicamentos atuais.

O tratamento psicossocial, também conhecido como reabilitação psicossocial, procura melhorar esses sintomas e resgatar a autonomia, a individualidade e a capacidade de socialização e relacionamento dessas pessoas, através de oficinas terapêuticas que misturam arte, leitura, trabalhos manuais, música, dança, teatro, atividades físicas, reflexões e debates sobre a doença. O programa deve ser individualizado, levando-se em conta o potencial e as limitações de cada um. 

O treinamento de habilidades específicas ou o aprendizado de um ofício também pode e deve ser estimulado, visando uma atividade produtiva ou mesmo um trabalho no futuro.

No Brasil, esse tratamento é oferecido no serviço público pelos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e hospitais-dia de centros e hospitais psiquiátricos. Na iniciativa privada também existem clínicas especializadas na reabilitação de pacientes psiquiátricos e alguns planos de saúde já cobrem este tipo de tratamento.

O paciente freqüenta o serviço de 2ª a 6ª feira (ou em alguns dias da semana), geralmente entre as 9 e 17 horas, regressando para sua casa ao final do dia. A freqüência e horário podem ser combinados previamente com a equipe técnica. Esse dispositivo de tratamento vem contribuindo para a redução das internações psiquiátricas e dos índices de recaída, já que é possível identificar mais precocemente sintomas agudos e tratar a crise sem a necessidade de internação hospitalar.

A psicoterapia pode ser oferecida em conjunto com o tratamento psicossocial ou isoladamente. É um espaço para o paciente falar de suas angústias e dificuldades e buscar apoio e coragem para enfrentar os desafios. Pode ajudar a melhorar a auto-estima, a aceitar e compreender melhor sua doença, bem como a monitorar seus próprios sintomas. Ela pode ser individual ou em grupo. No grupo, o paciente ouve o relato de outras pessoas que passaram por problemas semelhantes, relativizando suas experiências. 

As técnicas psicoterápicas mais utilizadas são a psicodinâmica (psicanálise) e a cognitivo-comportamental. Uma abordagem mais nova de reabilitação é a que utiliza jogos e tarefas que estimulam funções cognitivas, como memória, atenção, capacidade executiva e de planejamento (reabilitação cognitiva). Ela visa aperfeiçoar funções acometidas pela esquizofrenia e melhorar o desempenho cognitivo global dos pacientes. 

Pode utilizar técnicas cognitivo-comportamentais para treinar situações cotidianas, como, por exemplo, ir ao supermercado fazer compras. Ajuda o paciente a avaliar e monitorar seu próprio comportamento e desempenho em tarefas do dia-a- dia.



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Gerenciar o atendimento é uma arte!


Gerenciar o atendimento ao cliente é uma arte que exige métodos estruturados.

Em minha carreira como consultor nas áreas de atendimento, relacionamento com os clientes e psicologia do consumidor, tenho observado a importância de nos atermos a um planejamento eficaz e que reflita as necessidades e desejos das pessoas que optam por um serviço de qualidade.

Estas condições são extremamente necessárias para lidar com pessoas, evitando-se assim, os achismos e as subjetividades das relações humanas.

Cada vez mais, relacionamentos profissionais e de negócios devem ser orientados por processos planejados e estruturados.
Cabe a nós, profissionais de atendimento e de planning, orientar junto aos clientes  internos e externos, estas atividades; para suprir necessidades de clientes e dar suporte às operações da empresa. Assim, desenvolvemos procedimentos, estabelecemos normas e garantimos o lançamento preciso de pedidos, acompanhamentos eficientes e entregas oportunas de serviços e produtos.
Outro ponto importante é trabalhar em conjunto com as diversas áreas relacionadas para reduzir os ciclos de produção dos pedidos e com isso, melhorar as entregas e satisfazer as pessoas que nos relacionamos.
Lembre-se: estamos aqui neste mundo para “servir”. Quem não gosta de ser servido com gentileza, presteza e bom humor?
Uma ótima semana e bom trabalho!

domingo, 4 de dezembro de 2011

RELACIONAMENTOS IMPLICAM EM RISCOS MAS TAMBÉM EM ÓTIMAS OPORTUNIDADES

Recebi hoje um artigo em meu email de Rosana Braga, disponível em http://www.stum.com.br; compartilho porque traduz muito o que penso a respeito.


Uma ótima semana!


Relacionar-se é um exercício, uma possibilidade, um risco, uma tentativa.


E é justamente por saber disso que muitas pessoas se deixam afogar pelo medo de que as coisas não aconteçam como elas gostariam.


Quando um relacionamento está começando ou para começar, a maioria das pessoas costuma se encher de ansiedade, expectativas e até ilusões sobre o que pode acontecer. Sim, eu disse "pode". Assim como também pode ser que não aconteça. Ou seja, enquanto não tivermos "bola de cristal", não temos como prever o futuro. Não temos certezas nem garantias. 

Sendo assim, relacionar-se é um exercício, uma possibilidade, um risco, uma tentativa. E é justamente por saber disso que muitas pessoas se deixam afogar pelo medo de que as coisas não aconteçam como elas gostariam.

Inconscientemente, para aplacar esses sentimentos tão incômodos, tentam driblá-los criando expectativas e ilusões. Mas nem se dão conta de que o excesso de pensamentos e a tentativa de controlar seus desejos só servem para gerar mais e mais ansiedade.

Daí, resta aquela sensação de urgência, aquele "buraco no estômago". O coração acelera, o humor fica instável e todo o corpo parece se mobilizar na tentativa de acelerar o mundo, as pessoas, a relação, os resultados desejados!

Cuidado! É exatamente por causa desta mania de idealizar o outro e o amor, de querer garantir que tudo se desenrole com perfeição, que a maioria das pessoas termina estragando o que mal começou.

Claro! Esta urgência que é alimentada internamente e, na maioria das vezes, inconscientemente, transforma-se em insegurança e, por conseguinte, em cobrança, em pressão, em necessidades exageradas. Enfim, transforma-se em tensão, peso, chatice...

O que deveria ser um tempo de prazer, leveza, diversão, muita conversa... tempo de se conhecerem melhor e rirem juntos de si mesmos e da vida, passa a provocar em ambos a impressão de que estão vivendo numa contagem regressiva para a explosão de uma bomba-relógio.

Assim não dá! Não há quem agüente por muito tempo... E o final dessa história é aquela triste sensação de que "tinham tudo para dar certo, mas... não se sabe por que, deu errado!". 


Será que não é hora de parar e refletir sobre o quanto você está confiando em si mesmo, na vida e no fluxo do universo?